Juvenis estão nas meias finais da Taça

A UDC começou o embate contra o Alcobaça a perder. Com um golo sofrido logo aos 5m da primeira parte, a turma de André Gameiro abanou um pouco. “Não estamos habituados a sofrer golos, a estar numa situação de desvantagem”, referiu o técnico da UDC. O golo adversário surgiu de uma desatenção da defesa na sequência de um cruzamento para a área.
Contudo a UDC nunca baixou os braços. O resultado estava ao seu alcance. “Demorámos 20 minutos a entrar no jogo, mas a partir daí equilibrámos a partida. O adversário era mais forte na luta corpo a corpo, mas nós ganhámos coragem e fizemos também o nosso jogo”.
O golo do empate surgiu perto do quarto de hora da segunda parte, através de um lance de insistência do jogador da UDC, Joel, que ao não desistir do lance de ataque, aproveitou um mau alívio do guarda-redes após pontapé longo para a área. “Foi um golo de sorte, mas sobretudo de insistência, porque o João não desistiu do lance”, salientou André Gameiro.
A jogar fora, e num terreno em condições deficitárias, bastante enlameado, a UDC poderia ter chegado à vantagem não fosse uma má decisão do árbitro da partida que não assinalou um penalti contra o Alcobaça.
Finalizados os 80 minutos regulamentares, e não havendo lugar a prolongamento, a decisão do jogo decidiu-se na “lotaria” dos penaltis. Aqui, normalmente ganha quem mantém a cabeça fria e quem acredita. A UDC acreditou e, ao quinto penalti o guardião caranguejeirense, Olivier, defendeu a bola rematada pelo adversário deixando o caminho aberto para a vitória.
Depois, foi só gerir a calma, e colocar a bola no fundo das redes. Assim aconteceu e o grupo da UDC festejou efusivamente a vitória que carimbou o passaporte para as meias-finais.

Fotos: Liliana Oliveira


